
Um dirigente do Hamas afirmou nesta sexta-feira (31) que o grupo só implementará a proposta de desarmamento anunciada por Donald Trump se Israel também aprovar formalmente o acordo.
A declaração confirma que o entendimento ainda não constitui um cessar-fogo em vigor. Termos, calendário e garantias de cumprimento continuam sob negociação.
Trump havia apresentado a proposta como um acordo histórico. Autoridades israelenses, contudo, demonstraram insatisfação com partes do texto, e não houve anúncio conjunto das partes.
As negociações envolvem libertação de reféns, retirada de forças, entrada de ajuda e destino das armas do Hamas. Cada etapa depende de mecanismos de fiscalização e garantias aos participantes.
Até a confirmação oficial de Israel e Hamas, não é correto tratar o conflito como encerrado. Novas declarações podem representar posições de negociação, e não decisões definitivas.